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Calculadora de reserva de emergência

Descubra quanto você precisa guardar para imprevistos, em quanto tempo chega lá com o que consegue poupar e quanto aportar por mês para atingir a meta no prazo que quiser.

Revisão do cálculo: 01/10/2026 · Referências: Taxa Selic (Banco Central) · FGC

Sua reserva

O rendimento inicial de 11% ao ano é uma hipótese próxima de uma aplicação a 100% do CDI após o Imposto de Renda, com a Selic em 13,75%. Ajuste para a taxa da sua aplicação. Valores nominais, sem considerar a inflação.

Meta da reserva—
Falta juntar—
Tempo com o seu aporte—
Aporte para cumprir o prazo—

Memória de cálculo

Quanto ter na reserva de emergência

A reserva de emergência é o dinheiro separado para imprevistos, como perda de renda, problemas de saúde ou um conserto urgente. A conta parte do custo de vida mensal — o que você gasta para viver, e não o que ganha — multiplicado pelo número de meses que quer cobrir.

SituaçãoReferência comum
Servidor público ou renda muito estável3 meses de despesas
Empregado CLT6 meses de despesas
Autônomo, PJ ou renda variável12 meses de despesas

São pontos de partida, não regras. Quem sustenta a família sozinho, tem dependentes ou trabalha em um setor com muita rotatividade pode preferir uma reserva maior.

Onde guardar a reserva

A reserva precisa de três características: segurança, liquidez diária (poder sacar a qualquer momento) e rendimento que ao menos acompanhe a inflação. Opções comuns:

  • Tesouro Selic: título público que acompanha a taxa básica de juros, com resgate diário.
  • CDB com liquidez diária: de preferência rendendo 100% do CDI ou mais, de instituição sólida e coberto pelo FGC até R$ 250 mil por CPF e por instituição.
  • Contas remuneradas: práticas, mas confira o percentual do CDI e a cobertura do FGC.

A poupança é segura, mas com a Selic acima de 8,5% ao ano rende 0,5% ao mês mais a TR, bem menos que 100% do CDI. Evite ações, fundos com prazo de resgate longo e qualquer aplicação que possa estar em baixa justamente quando você precisar do dinheiro.

Perguntas frequentes

Devo montar a reserva ou quitar dívidas primeiro?

Dívidas caras, como o rotativo do cartão e o cheque especial, costumam vir primeiro, porque os juros que você paga superam qualquer rendimento da reserva. Uma estratégia comum é guardar um valor pequeno para emergências, quitar as dívidas caras e depois completar a reserva.

A reserva de emergência deve ser corrigida com o tempo?

Sim. Sempre que o custo de vida subir, recalcule a meta. Os rendimentos da aplicação ajudam a manter o valor, mas mudanças como filhos ou aluguel mais caro exigem uma reserva maior.

Posso usar o FGTS como reserva de emergência?

Não é o ideal. O FGTS só pode ser sacado em situações específicas, como demissão sem justa causa, e quem aderiu ao saque-aniversário não saca o saldo ao ser demitido. A reserva deve estar disponível a qualquer momento.

Simulação educativa com rendimento constante informado pelo usuário. Não é recomendação de investimento; rentabilidade passada não garante resultados futuros.